SONY COMPRA EMPRESA DE SERVIÇO EM NUVEM

A Sony comprou a empresa Gaikai, que trabalha com processamento de mídia remoto o qual apresenta de forma comprimida para seus clientes através do serviço em nuvem. Como a Sony é a primeira grande companhia de videogames a adquirir tal serviço especulasse quais seus principais objetivos com esta aquisição. Até o momento nada foi revelado, mas entre as possibilidades estaria a compatibilidade de jogos atuais e que exigem grande poder de processamento em plataformas de menor capacidade, como um playstation 2 rodando jogos de um playstation 3. Além disso, a Sony pode estar com intenções de investir na acessibilidade de seus portáteis ou aparelhos móveis em geral que podem acessar uma gama maior e mais poderosa de aplicativos e jogos, ou mesmo estar focando no mercado de set-top-box incluindo a possibilidade de acesso a jogos no aparelho, por exemplo.

 

O certo é que esta movimentação da gigante do mercado de eletrônicos não passará despercebida, logo poderemos acompanhar a reação de outras empresas de entretenimento eletrônico frente às mudanças e investimentos da Sony.

 

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A INFLUÊNCIA DA CLOUD COMPUTING

Conforme matéria publicada aqui no blog mkt em abril a cloud computing, ou computação em nuvem, já não é mais uma tendência, mas uma realidade. Onde a preocupação com o sistema operacional, sua capacidade e atualização de softwares fica em segundo plano, pois o acesso as funcionalidades e arquivos é feito remotamente. Este meio de acesso e processamento de informações esta mudando aos poucos a forma como interagimos com o meio eletrônico. Seja com os smartphones, tablets e todo aparato tecnológico móvel ou em meios não convencionais que vem surgindo, partimos para um acesso remoto e globalizado de informações. Podendo acessar nossos perfis e arquivos em diferentes dispositivos e interagir com eles com diferentes pessoas, redes e serviços.

A exigência com a capacidade dos computadores vai diminuindo e com isso os preços. Ganha espaço também sistemas operacionais como Linux que pode ser utilizado com menos recursos, assim como sistemas operacionais alternativos que vão sendo adaptados a dispositivos que não exigem ou mesmo não foram projetados para trabalhar com grande capacidade de processamento como é o caso do Android ou iOS da Apple.

Toda essa mudança é acompanhada da tendência mundial da popularização do acesso à internet. Com preços e tecnologia de acesso e velocidade cada vez mais acessíveis e locais de acesso público gratuito.

A rede de varejo Amazon.com foi uma das primeiras a aproveitar as oportunidades que a cloud computing oferece. Partindo da sua necessidade de investimento em hardware para dar conta da demanda crescente que se apresenta em certos momentos, em especial o natal. Em 2002 a rede de varejo acabou aproveitando o tempo ocioso do sistema para começar a alugá-lo, anos depois tendo lançado os serviços baseados em computação em nuvem e armazenagem remota de arquivos Simples Storage Solution (S3) e o Elastic Compute Cloud (EC2)

No Brasil a computação em nuvem tem uma distância muito grande a percorrer até se tornar popular. No entanto, apesar de começar lentamente o uso desta tecnologia, o país atualmente está tendo um crescimento rápido. Um dos grandes entraves a ser enfrentado pelo país para o pleno desenvolvimento desta tecnologia é o acesso a internet de banda larga, que ainda é muito limitado. Sem banda larga e conexões de internet de qualidade a computação em nuvem não pode existir. Assim, é preciso que os investimentos comecem pela infra-estrutura de acesso a internet no país.

COMPUTAÇÃO EM NUVEM

Poder utilizar a capacidade de armazenagem e processamento de grandes servidores e computadores interligados por meio da internet mantendo configurações pessoais e arquivos que estarão disponíveis em qualquer parte do mundo sem que você tenha que carregá-los consigo é a idéia da computação em nuvem. O acesso a este espaço virtual é feito remotamente através da internet, onde qualquer usuário cadastrado numa plataforma que ofereça estes serviços pode ter acesso. Estas nuvens podem tanto ter o perfil individual no qual o usuário acessa suas configurações pessoais e restritas, quanto uso corporativo e público onde informações são acessadas por grupos, ou comunidades, de usuários afins que compartilham arquivos e informações.

Para o usuário da nuvem a preocupação com atualizações, o tipo de sistema operacional e a parte física que utiliza são pouco exigidos, visto que os softwares são utilizados remotamente e tem sua manutenção independente do usuário.

                                        

 

Ao serviço de computação em nuvem é necessário que seus serviços de aplicação estejam disponíveis 24 horas, a sincronização entre os dados de um ponto a outro devem ser feitas de forma eficiente e em tempo hábil, a arquitetura do servidor deve prever largura de banda suficiente para suportar a grande demanda de dados, assim como manter conexões seguras.

 

Recentemente a empresa Google anunciou o lançamento de seu serviço de computação em nuvem – o Google Drive. Ele compete com outros nomes que já estão no mercado há algum tempo como DropBox, SkyDrive, iCloud, Ubuntu One, Box e SugarSync e têm serviços diferenciados tanto para usuários gratuitos quanto para pagos.

Leia mais sobre a comparação dos serviços em nuvem em: tecmundo